Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Coordenadoria de Defesa Agropecuária
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03/02/2014

Raiva dos Herbívoros: equipes de controle realizam mutirões em 3 regiões do Estado.

Defesa Agropecuária paulista mobiliza 11 equipes, com 23 profissionais, para realiza mutirões nas regiões de Tupã, Catanduva e São João da Boa Vista.

Equipes de controle da raiva dos herbívoros formadas por médicos veterinários e técnicos agropecuários da Coordenadoria de Defesa Agropecuária iniciam nesta segunda-feira (03/01) a inspeção dos abrigos de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue) nas regiões dos Escritórios de Defesa Agropecuária (EDAs) de Tupã, Catanduva e São João da Boa Vista.

Foram deslocadas onze equipes - duas para a região de Tupã, duas para Catanduva e sete equipes, com 14 profissionais, para a região de São João da Boa Vista.

Segundo Paulo Antonio Fadil, médico veterinário responsável pelo Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros, “o trabalho consiste em inspecionar os abrigos de morcegos hematófagos já cadastrados e cadastrar novos abrigos, para promover o controle populacional desta espécie, além da difusão de informações sobre o controle da doença, como o uso da pasta vampiricida nos animais que apresentam mordeduras por morcegos”.

Fadil disse ainda que o controle populacional do Desmodus rotundus, realizado pelo serviço oficial de defesa, é um método que dever ser utilizado apenas por pessoal habilitado e imunizado, devido à necessidade de conhecimento para a identificação dos morcegos capturados e o alto risco de contrair a doença por quem os manipulem.

As equipes permanecem nas regiões até sexta-feira, dia 7 de fevereiro.

CONTROLE - O controle populacional dos morcegos hematófagos é de extrema importância, pois esses animais são transmissores da raiva, uma zoonose grave e letal para os animais e seres humanos. No meio rural, os animais mais comumente afetados pela raiva são os bovinos e equídeos, mas todos os mamíferos são suscetíveis à doença. Estes animais, quando doentes, apresentam sinais neurológicos, sendo que os mais comuns são a paralisia dos membros, a agressividade e a salivação.

Apesar da vacinação contra a raiva não ser obrigatória, é recomendado que os produtores rurais vacinem os animais dos rebanhos nas regiões onde existe ocorrência endêmica da doença e onde o relevo regional favorecer a existência dos abrigos para o morcego transmissor.

Os morcegos hematófagos geralmente buscam abrigos em tocas, grutas, bueiros, túneis, minas, casas abandonadas e ocos de árvores. Tendo conhecimento desses abrigos, o produtor deve entrar em contato com uma unidade oficial de defesa agropecuária para informar.

CONTATO para imprensa:

Assessoria de Imprensa/Defesa Agropecuária – 19 – 3045.3350 - Teresa Paranhos – tparanhos@cda.sp.gov.br

Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) Tupã - 14 – 3496-7281

Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) Catanduva – 17 – 3522-1996

Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) São João da Boa Vista - 19 – 3623-3612