Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Coordenadoria de Defesa Agropecuária
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19/06/2015

Abatedouro clandestino de bovinos é desarticulado pela Defesa Agropecuária de General Salgado.

A ação realizada dia 18 de junho, que teve início em um abatedouro clandestino de bovinos, de propriedade de médico veterinário, foi desarticulado pela Defesa Agropecuária de General Salgado, no município de União Paulista, se desenrolou até município de Poloni e acabou com saldo de um abatedouro clandestino e um açougue fechados, aproximadamente mil quilos de carne e 14 couros bovinos destruídos.

Técnicos da Defesa Agropecuária de General Salgado em conjunto com o 40 Batalhão da Polícia Ambiental de São José do Rio Preto e Vigilância Sanitária de Poloni vistoriaram uma propriedade rural e dois açougues. Na propriedade, em União Paulista, além de talha, moitão, marreta e utensílios diversos para o abate e preparo de carcaças, 14 couros bovinos sendo salgados foram encontrados e prontamente apreendidos.

Seguindo informações colhidas durante a investigação, a equipe se direcionou para um açougue em Poloni onde constatou a presença de grande quantidade de carne bovina sem carimbagem, sem etiquetas lacres ou nota fiscal, bem como outros indícios que comprovaram sua origem clandestina. Não obstante, a comprovação ainda se deu pelo proprietário, que corroborando para com o bom andamento da ação, confirmou que abatia os bovinos e trazia a carne para ser vendida em seu açougue

“O que mais nos chamou a atenção foi o fato de que todo o esquema que implicava na prática do abate clandestino e na venda destas carnes para a população era feita por um médico veterinário”, relata João Gustavo Pereira Loureiro, médico veterinário da Defesa que coordenou a ação.

A diretora do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) de General Salgado, engenheira agrônoma Luciana Bittencourt Pfaffenbach, reitera o posicionamento do EDA de total intolerância para com os abatedouros clandestinos – uma vez que foram três deflagrações em 30 dias – e conclui, “estamos simplesmente fazendo o trabalho que nos cabe”.

O implicado teve toda sua carne constatada como imprópria para consumo e, a mesma, desnaturada e destruída em aterro sanitário. Foi autuado e a multa pode chegar a 52 mil reais. A Polícia Ambiental, que foi imprescindível na ação, ainda implicará o responsável por crime contra o consumidor, contra a saúde pública e por maus tratos – uma vez que não se observava quaisquer preceitos de abate humanitário.

Fotos em: https://www.flickr.com/photos/defesaagropecuariasp/sets/72157652736329023

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