Secretaria de Agricultura e Abastecimento

Coordenadoria de Defesa Agropecuária
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27/04/2016

Engenheiro agrônomo Paulo Fernando de Brito recebe Medalha “Fernando Costa” na Agrishow

O engenheiro agrônomo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que atua como diretor técnico regional do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) de Barretos, Paulo Fernando de Brito, receberá a Medalha “Fernando Costa”, pelos trabalhos desenvolvidos em benefício da sanidade vegetal, em especial, a heveicultura paulista.

Com expressivo trabalho para o desenvolvimento do setor, o especialista receberá a medalha na categoria “Defesa Agropecuária” da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (Apaesp), durante a realização da 23ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em ação (Agrishow), no dia 27 de abril de 2016.

“Foi uma surpresa muito agradável ter o meu trabalho reconhecido com esta medalha, pois a escolha do homenageado é feita pelos colegas engenheiros agrônomos que integram a Associação. Essa medalha representa a importância do trabalho realizado pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária, que traz inúmeros benefícios à agropecuária paulista. Fico muito agradecido com a premiação”, finalizou o especialista.

Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, “o alto nível de qualificação e dedicação dos profissionais que integram a equipe da Secretaria, por meio da Defesa Agropecuária, tem contribuído para manter a sanidade nos planteis, lavouras e produtos paulistas, conforme nos determina o governador Geraldo Alckmin. E o reconhecimento do trabalho exercido pelo engenheiro agrônomo Paulo Fernando de Brito, que receberá de seus pares a Medalha ‘Fernando Costa’, é a clara demonstração de que estamos no caminho certo”, afirmou.

Coordenador e membro organizador do Encontro Técnico Nacional de Heveicultura, evento promovido pela Secretaria, por meio da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, com o apoio de instituições acadêmicas e associações do segmento, Brito atuou no processo de elaboração da nova legislação para a produção de mudas de seringueira e no controle genético e sanitário de pragas.

“Em 2013, o plantio das mudas de seringueira, antes realizado diretamente no solo, passou a ser feito em bancadas suspensas com substrato, com o objetivo de ampliar o controle genético e sanitário, evitando o aparecimento de pragas de solo. A Defesa passou também a fazer a rastreabilidade da origem da borbulha, garantindo a qualidade das mudas”, explicou.

Entre os trabalhos desenvolvidos pelo especialista, destaca-se o levantamento amostral em viveiros de produção de mudas de seringueira no estado de São Paulo, realizado em parceria com a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) de Jaboticabal no ano de 2012. O estudo que considerou 88 viveiros dos maiores centros de produção de seringueira do Estado detectou a predominância dos nematoides Meloidogyne exigua, Pratylenchus brachyurus e Rotylenchulus reniformis nas mudas de seringueira.

Graduado em engenharia agronômica pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, da Unesp, com mestrado em Fitotecnia pela Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (Esalq), de Piracicaba, Brito atua há 39 anos na Secretaria.

O engenheiro agrônomo iniciou carreira em 1978, na Casa da Agricultura de Guaira e, em seguida, passou a atuar em Colina na área de sanidade vegetal. Em 1984, assumiu atividades também na área de defesa animal na Delegacia Agrícola de Barretos.

Gerente dos projetos de greening e de cancro cítrico na Coordenadoria, Brito integra o Grupo Técnico de Elaboração da Legislação Federal do Cancro Cítrico, as Comissões Técnicas de Seringueira e Citricultura, a Câmara Setorial de Borracha Natural e de Citros.

“O trabalho de conscientização realizado nos últimos três anos para adequar a legislação à nova realidade do cancro cítrico no Estado de São Paulo tem resultado na mudança de mentalidade e da sistemática de que o Governo do Estado auditará esse processo, mas que é responsabilidade do produtor de manter a baixa incidência de cancro cítrico e greening em sua propriedade”, explicou.

Por: Paloma Minke

Assessoria de Comunicação

Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

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