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06/07/2017

Defesa Agropecuária presente em congresso sobre Bem Estar Animal em Pirassununga.

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária participou como colaboradora na Conferência sobre bem estar animal, intitulada “Na fazenda com Temple Grandin”. Eleita como umas pessoas mais influentes do mundo pela revista Times, e tida com a autista mais bem sucedida dos EUA, a pesquisadora Temple Grandin, professora da Universidade do Colorado, foi a convidada de honra do evento, realizado dias 4 e 5 de julho e organizado pelo Centro de Estudos Comparativos em Saúde, Sustentabilidade e Bem Estar (CECSBE), da USP Pirassununga. A pesquisadora ministrou palestras e cursos práticos que abordaram principalmente o tratamento com animais visando seu bem estar dentro sistemas de produção.

Participaram da conferência, especialistas da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ-Usp), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA-Usp); da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, da Universidade de Passo Fundo e da UNESP, bem como estudantes de graduação, de pós-graduação e profissionais de toda a América Latina. O evento foi no centro de convenções da cidade de Pirassununga e teve um público de mais de 600 pessoas.

Pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária do estado de São Paulo estiveram presentes a médica veterinária Erika R. Mello, representando o coordenador, Fernando Gomes Buchala e os médicos veterinários Cesar D Krüger, diretor do Centro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Cipoa) e João Gustavo P. Loureiro, do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) de Catanduva que proferiram palestras com os temas: preceitos de bem estar animal no serviço de Inspeção Estadual de São Paulo e o combate ao abate clandestino no estado.

Krüger enfatizou a importância da participação ativa da Defesa em eventos desta magnitude, com tantos pesquisadores, alunos da área de ciências agrícolas e de produtores rurais. Já a palestra de Loureiro apresentou a realidade que a fiscalização encontra nas ações em abates clandestinos, com riqueza de ilustrações e exemplos. Foi ressaltado o compromisso da Inspeção Estadual com o cumprimento da legislação existente que proíbe a prática de maus tratos em animais de produção e normatiza o emprego de técnicas de abate humanitário para estes animais.