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25/11/2015

São Paulo está atento ao calendário de vacinação contra a Brucelose bovina

A expectativa é que meio milhão de fêmeas bovinas e bubalinas, com idade entre três a oito meses, sejam vacinadas contra a brucelose no Estado até o final do mês de novembro. É fundamental vacinar as fêmeas uma única vez na vida para que o animal fique protegido contra a doença que é uma zoonose (que acomete os animais e o homem) infecto-contagiosa causada pela bactéria Brucellaabortus.

“Por ser uma vacina viva e poder infectar o manipulador, a vacinação deve ser feita por um médico veterinário que é o profissional capacitado para garantir a correta aplicação, pelos cuidados na manipulação da vacina e por fornecer o atestado de vacinação”, explica Klaus Saldanha Hellwig, responsável pelo Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose animal. A relação dos médicos veterinários cadastrados na Coordenadoria de Defesa Agropecuária para realizarem este serviço está disponível no endereço www.defesaagropecuaria.sp.gov.br.

As vacinações contra a brucelose realizadas entre os meses de junho a novembro devem ser declaradas até o dia 7 de dezembro (o mesmo prazo estabelecido para a entrega da declaração da vacinação contra a febre aftosa).

O criador que já tem o cadastro ativo no sistema Gestão em Defesa Animal e Vegetal (Gedave) - https://gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br/ -, pode fazer a entrega da declaração de vacinação pela Internet.

No estado de São Paulo a vacinação é obrigatória. Deixar de vacinar e de comunicar a vacinação até a data estabelecida pela legislação implica em penalidades de 5 Ufesps por cabeça, por deixar de vacinar e 3 Ufesps por cabeça, por deixar de comunicar a vacinação. O valor de cada Ufesp - Unidade Fiscal do Estado de São Paulo é R$ 21,25.

A brucelose nos bovinos pode causar abortamento; nascimento de bezerros fracos; retenção de placenta; repetição de cio e descargas uterinas com grande eliminação da bactéria, além de inflamação nos testículos.

Por Teresa Paranhos

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