Fruticultura - Defesa Agropecuária aborda certificação e exportação em rodada de eventos
Entre os dias 4 e 5 de abril, a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), a partir do Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos Vegetais, participou de uma rodada de eventos envolvendo a fruticultura e suas ramificações. No dia 4, a Defesa esteve representada no Workshop “Novos Mercados Para o Avocado” no município de Bauru, já no dia 5, a representação aconteceu na 3º edição da Frutápolis em Itápolis.
Em Bauru, a programação abordou questões mercadológicas dos países com recém-abertura, questões logísticas, além de critérios fitossanitários exigidos por Chile e Japão para exportação do abacate tipo Hass por parte do Brasil.
“Foi uma oportunidade para abordarmos junto ao setor produtivo, algumas perspectivas para o atendimento aos novos mercados de exportação abertos para início em 2025”, comentou Cristina Abi Rached lost, engenheira agrônoma e gerente dos Programas de Certificação e Exportação.
Reunião com representantes do setor e do MAPA aconteceu em Bauru
O Workshop também foi uma ocasião para se reunirem representantes do setor como a Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS) e a Abacates do Brasil, junto aos representantes presentes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e da Defesa Agropecuária. “O intuito da reunião foi o alinhamento das ações visando receber ao final do mês de abril a missão japonesa que virá para consolidar a abertura e iniciar as negociações para envios”, relata Cristina.
Frutápolis
Em Itápolis, durante a 3º Frutápolis, feira de tecnologia para a produção e comercialização de frutas, Cristina participou da programação com palestra técnica sobre certificação e rastreabilidade de frutas.
Na ocasião, a gerente abordou as situações nas cadeias produtivas em que deverá ser adotada a Certificação Fitossanitária de Origem (CFO), conceitos referentes ao tema, além de uma comparação entre os aspectos que envolvem a rastreabilidade fitossanitária e a necessidade de identificação de origem para fins de monitoramento de resíduos, conforme preconizado na Instrução Normativa Conjunta nº 2, de 07 de fevereiro de 2018.
Em Itápolis, Cristina palestrou sobre certificação e rastreabilidade
“O evento teve grande adesão do público-alvo, superando em 40% o público da edição anterior. A realização do evento e a participação da CDA contribuíram para a difusão de informações aos produtores, além de divulgar conhecimentos importantes sobre o tema”, comemora Cristina.
Para saber mais sobre as atividades de certificação, acesse https://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/www/programas/?/sanidade-vegetal/programa-estadual-de-certificacao-fitossanitaria-pecf/&cod=62
Por Felipe Nunes












