Sanidade Vegetal - 40 engenheiros agrônomos são capacitados para se habilitarem para a emissão de CFO/CFOC
Aconteceu em Campinas, na sede da Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), entre os dias 22 e 25 de setembro, o LXVI (66º) Curso de Habilitação de Responsáveis Técnicos (RT’s) para Emissão de CFO/CFOC. A atividade, organizada pela Defesa Agropecuária em parceria com o Instituto Biológico (IB), com a Agência Paulista de Tecnologia de Alimentos (APTA) e com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), tem como objetivo, habilitar engenheiros agrônomos da iniciativa privada para emitir o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e o Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC), de acordo com as normas previstas na Instrução Normativa MAPA nº 33, de 24 de agosto de 2016.
Os certificados viabilizam o trânsito e, consequentemente, a comercialização de vegetais e/ou parte de vegetais para Estados e/ou países que possuem restrições fitossanitárias para determinadas espécies.
Atividade contou com diversas apresentações que atualizaram os participantes sobre as legislações vigentes
Cerca de 40 profissionais da iniciativa privada, todos novos habilitados, puderam atualizar seus conhecimentos acerca das legislações, federal e estadual, que definem as atribuições dos responsáveis técnicos, além de saberem mais sobre as normas especificas para exportação de citrus, das restrições de trânsito internas e externas e das pragas quarentenárias presentes e não presentes, mas que trabalhadas sob o Sistema de Mitigação de Riscos (SMR) no Estado de São Paulo nas culturas de citrus e da bananicultura.
“Foi uma edição um pouco mais extensa do que a do primeiro semestre, uma vez que incluímos as restrições e as legislações da cultura da bananicultura que trataram do Moko da bananeira e da Sigatoka negra, pragas quarentenárias presentes que possuem restrição de trânsito e que são trabalhadas no Estado de São Paulo dentro das legislações atribuídas à Defesa Agropecuária”, comenta Cristina Rached lost, engenheira agrônoma e gerente do programa de Certificação e Exportação da Defesa Agropecuária.
“Ficamos satisfeitos com a média de participação que vem se mantendo entre 40 e 50 profissionais por edição, números que fortalecem o processo de viabilização da comercialização e do trânsito de frutas e vegetais de acordo com as conformidades e cumprimento das regras para evitar a disseminação ou introdução de pragas”, acrescenta a gerente.
Representantes de diversas instituições difundiram conhecimento acerca de diversas culturas
Fizeram parte da grade horária da atividade como difusores de conhecimentos Rita Lourenço e Wilson Moraes representando o MAPA, Gisele Vasquez do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (CREA-SP), Adão Marin, Cecília Khusala Verardi, Cristina lost, Danilo Romão e Veridiana Zocoler da Defesa Agropecuária, Mario Eidi Sato e Eduardo Feichtenberger do IB/APTA e Arthur Fernando Tomaseto e Jaqueline Della Vechia do FUNDECITRUS.
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Por Felipe Nunes












